domingo, 11 de novembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Postagem via Sociologia é o limite!
Entenda as diferenças entre as gerações X, Y ou Baby Boomers, por Lígia Menezes
Cada geração tem um modo de pensar e um estilo de vida diferente. Compreenda as diferenças entre elas
Baby Boomers, geração x ou y, cada um vê o mundo sob uma perspectiva particular
Ilustração: Eder Redder e Joana Resek
Ilustração: Eder Redder e Joana Resek
Baby Boomers
Quem são: pessoas nascidas após 1945, que hoje estão entre os 50 e 60 anos de idade. No Brasil, são os que lutaram contra a ditadura e pela democratização do país. No mundo, são os que lutaram pela liberdade individual e direitos civis. E fizeram, ainda, a Revolução Sexual.
Bandas prediletas: bandas internacionais clássicas, como The Who, Animals, Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd, Led Zeppelin, Black Sabath, The Doors, Jimmy Hendrix. No Brasil, os Baby Boomers são considerados fãs de Gilberto Gil, Chico Buarque, Caetano Veloso, entre outros.
Jeito de vestir: De um lado hippies, ou seja, desapegados de tendências de moda, sendo mais naturalistas ou não se importando com vestimentas. Por outro lado, são yuppies, gostam de seguir tendências, mas têm um lado básico forte.
Estilo de vida: São pessoas contestadoras, mas tolerantes. Ao mesmo tempo, são naturalistas e pacifistas.
Estilo de vida: São pessoas contestadoras, mas tolerantes. Ao mesmo tempo, são naturalistas e pacifistas.
O que pensam sobre o mundo moderno: Está muito artificial, tecnológico e consumista. Além disso, criticam a competição do capitalismo e as pessoas muito individualistas.
O que pensam sobre política: É preciso resgatar as ideologias humanistas e as utopias que pretendiam transformar o mundo e as sociedades de forma mais justa, igualitária e livre. Acreditam também que os jovens carecem de ideologias e estão cada dia mais individualistas e pragmáticos.
Geração X
Quem são: Os adolescentes dos anos 80. No Brasil, viveram a fim da ditadura. É a geração que brigou pelo Impeachment do presidente Collor. No mundo, acompanharam o fim da Guerra Fria e a derrubada do Muro de Berlim.
Bandas prediletas: Dos nacionais Legião Urbana, Titãs, Ira, Capital Inicial, aos internacionais Pearl Jam, Nirvana, U2, The Smiths, INXS, Tears For Fears, The Police, Metallica, Guns n' Roses, The Clash, Ramones.
Jeito de se vestir: Não há um padrão. Vão de Urban-Hardcore, Punk, New Wave e Gótico a básicos.
Estilo de vida: tem um estilo mais agressivo do que os Baby Boomers. Também são mais urbanizados.
O que pensam sobre o mundo moderno: Pensam que está tudo errado. Adotam uma postura crítica em relação aos mais jovens e são saudosistas.
O que pensam sobre política: Que a luta pela defesa da democracia através de protestos e manifestações fazia a diferença. Acreditam que os jovens devam participar mais da política, além de se informarem mais. Por outro lado, são descrentes em relação à corrupção.
Geração Y
Quem são: Estão entre os 20 e 30 anos atualmente.
Bandas prediletas: Muitas das bandas apreciadas pela Geração X, como Legião Urbana, Engenheiros do Havaí, Capital Inicial e Paralamas do Sucesso. E bandas mais atuais, como Jota Quest, ou mesmo cantoras como Pitty. Das internacionais, ouvem Red Hot Chilli Peppers, Cold Play, Metallica e Guns' n Roses.
Jeito de se vestir: Ao mesmo tempo em que adoram e seguem tendências de moda, procuram se desprender delas, criando um estilo alternativo.
Estilo de vida: Se sentem incompreendidos. Acreditam que têm liberdade de escolha, mas são indecisos e por isso não fazem suas escolhas. Têm espírito empreendedor - preferem fugir de empregos tradicionais.
O que pensam sobre o mundo moderno: Almejam o sucesso pessoal, ao mesmo tempo em que demonstram preocupações sociais e ambientais. Além disso, tem apatia política - em termos de participação efetiva - e às tendências de mercado - carreiras acadêmicas e profissões. O apreço pela tecnologia e os hábitos de consumo revelam uma opção pelo individuo em detrimento do coletivo.
O que pensam sobre política: Desilusão pelas esferas tradicionais políticas - Estado e partidos. A maioria não sabe mais o que é esquerda ou direita, socialismo e comunismo. Há, porém, uma maior representatividade de interesses e direitos difusos, marcada pelos movimentos sociais organizados, como gays, negros, mulheres etc.
Fonte: Sociólogo Mario Miranda Antonio Junior
Publicado em 13/10/2011 por Lígia Menezes no
site Revista Vida Simples
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Comunidade, Indústria e Desenvolvimento Local O DIÁLOGO POSSÍVEL 13 a 18 de outubro de 2011 A participação do Ecomuseu de Sepetiba
A palavra colóquio por si só já define o objetivo desta série de “encontros” que teve início no dia 13 de outubro com a seguinte programação prevista: visita a Casa da Moeda do Brasil, visita ao território Av. João XXIII / Parque Industrial CSA, visita a Colônia Japonesa / Visita a Sepetiba e, encerrando o dia a palestra: Desafios do Desenvolvimento Local - proferida por Hugues de Varine – Consultor Internacional em Patrimônio e Desenvolvimento Local na Universidade Estácio de Sá – UNESA – Santa Cruz.
Infelizmente não tivemos oportunidade de participar neste dia, entretanto comparecemos no dia 14 de outubro, sexta-feira, na Conferência Comunidade, Patrimônio, Paisagem e Desenvolvimento Local – o diálogo possível, também proferida por Hugues de Varine, realizada na Casa Ser cidadão, diga-se de passagem, lugar demasiadamente aprazível e um dos ícones da luta do NOPH e do Ecomuseu de Santa Cruz, além da “casa” ter sido moradia do médico sanitarista Julio Cesário de Melo, personagem de suma importância para a zona oeste, em especial para Santa Cruz e Sepetiba. Dentre muitos tópicos abordados na referida conferência, consideramos alguns como primordiais para nós, moradores de Sepetiba e adjacências, que serão abordados a seguir.
Ao iniciar a conferência, Varine chamou atenção para a questão dos bens comuns (água, terra, ar...) necessários tanto para os indivíduos (comunidade) como para a indústria e demais atores econômicos, e sua gestão consciente e responsável, que são substancialmente indispensáveis para o desenvolvimento local (viver, trabalhar, produzir, consumir).
Varine enumerou as atribuições da indústria e das comunidades (indivíduos) quando mencionou as responsabilidades comuns a ambos os grupos (ambiente, patrimônio, gestão, serviços (transporte, saúde, educação) alojamento).
O museólogo e consultor destacou a importância do “conhecimento” do território, e como é primordial que os moradores saibam “explicá-lo”, pois conhecer o território em que vivemos, suas peculiaridades,deficiências, ausências, características específicas etc., é primordial para sua gestão consciente.
O museólogo também mencionou a questão da paisagem, destacando o fator “coerência” entre os componentes urbanos, rurais - indústrias – evolução e observação enquanto responsabilidade partilhada, lembrando que o papel dos cidadãos, atores locais, econômicos, indústria, especialistas é diferenciado. Varine lembrou que a paisagem não é boa, nem má, e sim um reflexo, e faz parte do ambiente cultural (cultura viva- paisagem – gestão coerente da paisagem).
Cabe aqui destacar a política territorial da paisagem, segundo Varine, o objetivo de qualidade paisagística deve ser formulado pelas autoridades competentes, não se deixando de levar em consideração a responsabilidade e a participação da comunidade nesse procedimento.Hugue de Varine ressalvou que a coletividade, a interação na gestão, criação e elaboração de programas de desenvolvimento é imprescindível (indústria/empresa – intervenções sobre os domínios para o desenvolvimento a partir de uma ação conjunta).Vale a pensa ressaltar, em se tratando de ecomuseus, que o ecomuseu é o museu vivo, da vida, que valoriza o patrimônio vivo, e a cooperação e parcerias são de extrema valia para que tenha êxito em seus objetivos (conviver, partilhar o território e o patrimônio – população (comunidade, famílias, indivíduos) – atores econômicos (indústrias, comércio e produtores).
Varine nos lembrou que os moradores possuem necessidades, mas também possuem deveres e responsabilidades na mesma medida (emprego, renda, transporte, saúde, educação) – (gestão responsável – diálogo – procura por solução – poluição).O consultor mencionou o fato dos novos moradores, e a necessidade destes de enraizar-se no território. Também destacou que as iniciativas devem vir de baixo para cima, impulsionando o desenvolvimento local e assim incentivando o turismo, a cooperação entre indústria e comunidade para capacitação dos moradores, o estudo conjunto de soluções e a preparação para a cooperação, tendo em vista sempre a informalidade, o papel consultivo e a presidência alternante (comissões, associações, oscips etc.)
Ressaltando, para que o desenvolvimento local seja uma realidade torna-se mister a interação entre os parceiros com objetivos comuns, uma estrutura mista de atores políticos, sociais, econômicos – devem ser estabelecidos objetivos permanentes a partir da elaboração de um dossiê enumerando os problemas, necessidades, projetos, conflitos, os métodos a serem utilizados são a troca de informações e o debate livre, é de suma importância a compreensão mútua e a solidariedade balizando uma comunidade de interesse, e claro a elaboração de uma “hierarquia de objetivos”, bem como o debate consciente e a autocrítica permanente.
Nesse processo, o ecomuseu tem o papel de facilitador/ mediador, pois é um museu comunitário, aberto, centro de recursos documentais e humanos e de sinergias (atividades coordenadas e simultâneas, que contribuem para um objetivo comum).Enfim, a conferencia foi por demasiado produtiva e esclarecedora, sem contar com a participação dos presentes e suas colocações, como a do professor Walter Priosti, do professor Sinvaldo, Odalice Priosti, do diretor do CETEP/Santa cruz dentre outros não menos importantes.
No sábado, dia 15 de outubro, dia do mestre, visitamos a comunidade Sebastião Lan, Nova Sepetiba, e lá, eu como professora recebi uma lição de vida. Eu, enquanto moradora de Sepetiba, e representante no encontro do Ecomuseu Sepetiba, sinto que me faltam palavras para descrever a importância do trabalho desenvolvido pelo pároco local Padre Geraldo Marques, pelo diácono Von Damaceno , pela professora Ana Cristina, Dona Val, Angela e todos e todas presentes. Esta experiência não só foi agradável como deveras produtiva, dentre os relatos e colocações o da moradora e voluntária Isma foi o que mais me chamou atenção, tamanha sua seriedade, simplicidade e certeza de suas convicções. Saí do centro comunitário com uma certeza: é primordial que nós, enquanto moradores e moradoras de Sepetiba tomemos consciência de que somos moradores da mesma região, Sepetiba e Nova Sepetiba fazem parte do mesmo território. Precisamos nos unir, somar forças para o desenvolvimento de nossa região. Conversamos sobre possíveis causas e soluções para os problemas da comunidade, dentre eles destacam-se a ausência de serviços básicos como saúde e educação, além e claro como a falta de transportes. E decidimos que realizaremos um ato, uma manifestação pacífica para reivindicarmos o que é nosso por direito, além de termos chegado a conclusão de que a elaboração de uma dossiê sobre a comunidade é de extrema importância para pensarmos soluções e definirmos objetivos específicos.
A presença e a participação de Hugue de Varine, enquanto consultor, de Odalice Priosti e Walter Priosti foram primordias para que as primeiras diretrizes de ação fossem estabelecidas, bem como para a compreensão de uma série de questões.
A situação desses homens, mulheres e crianças é lamentável, não fosse o trabalho realizado pelo pároco e seus voluntários desde o início da ocupação seria ainda muito pior, o trabalho dessas pessoas é louvável e muito significativo, e acredito que todos nós deveríamos tomá-los como exemplo e nos unirmos para que consigamos realizar a gestão consciente do nosso território e valorização dos nossos patrimônios, materiais, imateriais, tangíveis e intangíveis.
domingo, 16 de outubro de 2011
SEPETIBA É TRADIÇÃO ( HOMENAGEM ) INTÉRPRETE: LUIZ NASCIMENTO
Sepetiba, bairro tradicional da Zona Oeste
do Rio de Janeiro!
Possui riqueza, beleza e belas e
boas paisagens! Bairro conhecido
por tantas antigas histórias...de Glórias!
Sepetiba, já foi considerada o “ Porto do Ouro”
Recebia todo o ouro de Paraty que
Iria em direção a Portugal. O que faz quem mora
em Sepetiba se orgulhar do lugar que habita!
Até Soldados do Rei João VI, na época
do Império, por lá já passaram.
Suas praias já abrigaram a realeza na época
do descobrimento do Brasil!
Bairro de tantas histórias e tradição ....
De moradores simples e hospitaleiros.
Sepetiba, já foi cenário da primeira novela a
cores da tv brasileira, “O bem amado”.
Seu coreto recebeu o saudoso ator Paulo Gracindo para
interpretar o personagem Odorico Paraguaçu.
Seu nome tem origem na Língua Tupi...
É um bairro ligado a pré-história indígena
Bairro de realeza....grandeza e gente nossa! Faz parte do
Rio de Janeiro. Bairro carioca, com praias...
e uma paisagem natural, que a cada ano cresce e se expande.
Bairro que não é só passagem. Feito para morar.
Feito para se apaixonar e recordar.
(Antonio Marcos Pires)
domingo, 7 de novembro de 2010
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